Tirando, objetivamente,
os casados,
tirando os jovens,
tirando os velhos,
tirando os gays,
tirando os brutos,
tirando os que não querem amar,
tirando, subjetivamente,
os chatos,
o que sobra?
nada,
nem o pó do bagaço!
Uma experiência
que custa crer,
olhar um mundo
sem perspectiva,
uma coisa meio egípcia...
onde tal qual Isís
deve-se sair
pelo mundo
a procura de um ser
fragmentado e perdido.
Mas Isís tem poder,
é uma deusa,
e eu, que poder posso ter?
Nessa condição, senão
o de escrever essas
linhas de cerol...